Dia de domingo

Domingo é um dia meio assim… se você não tem nada esquematizado, não funciona direito. Enquanto eu dava uma arrumada no meu quarto, fiquei pensando em umas músicas que podiam dar uma cara mais coloridinha neste dia meio assim.
Minhas escolhas:
1) Pra acordar: Chambre avec vue – Henri Salvador
2) Pra tomar café da manhã: Bom dia – Zizi Possi
3) Para ler o jornal: Livros – Caetano Veloso
4) Para namorar antes do almoço: Instante de dois – Cibelle
5) Para hora do almoço: Feijoada completa – Chico Buarque
6) Para a ciesta: Corcovado – Astrud Gilberto
7) Para caminhar na praia no fim de tarde: O Mar – Dorival Caymmi
8 ) Para a volta da praia: Zazueira – Jorge Ben
9) Para dormir gostoso: Vênus as a boy – Björk (unplugged live version)
Boa segunda-feira!
Foto: Autor Desconhecido
Discoteca Sentimental

Este trabalho é o resultado da gravação ao vivo do show de divulgação de Noites do Norte, o álbum de estúdio de 2000, em que Caetano se inspira na obra do abolicionista João Nabuco, para conceituar, nomear e compor uma das canções de seu álbum.

Mas o que mexeu comigo foram as lembranças que muitas daquelas canções me trazem. Por se tratar de um trabalho ao vivo, o que vemos é um flanar sobre canções de várias épocas da carreira do compositor.
Minhas memórias de adolescência em Haiti (tenho que confessar que adoro algumas canções verborrágicas do Caetano como Fora da Ordem, O Estrangeiro e a citada canção originalmente gravada no álbum Tropicália Dois). Assim como Nosso Estranho Amor que permeou vários momentos meus, na gravação em que ele divide os vocais com Marina Lima. Como uma Onda e Último Romântico, em registros bem intimistas, canções do mestre da auto-ajudasonorapop, Lulu Santos. E isto é um elogio. Acho a capacidade de Lulu Santos de permanecer reinante no mundo das fms louvável. E de fazer, com que canções compostas há mais de 20 anos atrás interessem as novas gerações, só é explicável pelo poder da identificação, pedra motriz dos manuais de auto-ajuda, daí a tosca comparação.
Hello world!
A idéia é trocar.
Moda, cinema, música, teatro, artes plásticas.
A convergência de tudo isto.
Futilidades utéis. Utilidades fúteis.
Tudo é permitido.
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